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LINK DO NOVO BLOG

http://blogdowilsonmarques.blogspot.com/



Escrito por wilsonmarques às 09h31
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Meus agradecimentos à equipe do Centro Educacional Sagres (Rua Boa Esperança, 911, Turu), pela homenagem a mim prestada, de batizar a biblioteca da escola com o meu nome. Agora, os alunos poderão contar com um novo e agradável espaço de leitura e multimídia à altura das necessidades dos estudantes e dos anseios da diretora Mônica Gonçalves. À Mônica, Glaydson, Maria Celene, Ivanilde Bastos, Núbia Rafaela, Kamilla Rodrigues e à bibliotecária Dayse Maisa e a todos os que fazem o Sagres, meu muito obrigado.

 

 

 

 

 



Escrito por wilsonmarques às 11h42
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Com patrocínio da Secretaria de Cultura (SECMA) será lançado em

breve o livro Balaiada: a revolta. Ilustrações de Kirley Veloso.



Escrito por wilsonmarques às 11h58
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FORMAÇÃO DE LEITORES A DOMICÍLIO

(Matéria publicada em O Glogo -vale a pena ler)

 

DE SÃO BERNARDO DO CAMPO, SP

 


"Não saber ler é como ser cego. Precisamos ser guiados”, diz Maria Alves ao descobrir um mundo novo após ser alfabetizada aos 73 anos. Sua metáfora da cegueira foi confidenciada a Célia Moura Rantzi, uma cabeleireira de 27 anos cuja vida também foi transformada pela leitura e por histórias como a de Maria.
Há quatro meses, Célia trabalha como um dos Agentes de Leitura, programa de formação de leitores do Ministério da Cultura em parceria com governos estaduais e municipais. São Bernardo do Campo, a cidade onde vive, na Grande São Paulo, foi a primeira a colocar o projeto em prática, em maio. São 185 agentes treinados há um ano para atuar como estimuladores de leitura — e divulgadores de livros — em bairros carentes da cidade. Nos próximos meses, o programa começa em mais 14 estados, incluindo o Rio de Janeiro (as inscrições estão abertas para a seleção de agentes) e a expectativa do MinC é ter 15 mil agentes de leitura trabalhando em todo o Brasil até 2014.
O programa segue um modelo implementado em menor escala em 2005 pelo governo do Ceará, seguindo uma ideia do educador Fabiano dos Santos Piuba.

— Martelava na minha cabeça a ideia do agente. Pensava nos da saúde, que vão de casa em casa praticando medicina preventiva. Daí veio a ideia dos agentes de leitura, cujo objetivo principal é formar leitores — afirma Piuba, hoje diretor do Livro, Leitura e Literatura no Ministério da Cultura.


Acervo composto por livros clássicos e de autores da região
O resultado foi tão positivo que o MinC o convidou para aperfeiçoar o programa e torná-lo nacional. O modelo atual, desenvolvido em parceria com a Cátedra Unesco de Leitura da PUC-Rio, selecionou e está formando 3.142 agentes em 15 estados brasileiros.

Podem ser agentes de leitura os jovens que tenham ensino médio completo e idade entre 18 e 29 anos. Eles são selecionados por meio de concurso público, com prova escrita, oral e entrevista. Têm preferência jovens cujas famílias recebam o Bolsa Família. Depois de aprovados, o grupo passa por um processo de formação antes de ir a campo. Recebem uma bolsa de R$ 350 ao mês. Usam um boné e uma camiseta para serem facilmente identificados e são guardiões de um acervo de até 100 livros, metade composto por clássicos da literatura brasileira e universal, metade de obras e autores da região onde atuam.

— O agente é uma biblioteca itinerante. O acervo é escolhido em parceria com o município ou estado. Clássicos como Machado de Assis, Carlos Drummond de Andrade ou Ruth Rocha dividem espaço nas mochilas com autores de cada região. O Rio Grande do Norte, por exemplo, escolheu muita literatura de cordel. Já no Rio de Janeiro, a literatura de temática urbana contemporânea tem destaque — explica Nilza Rezende, responsável pela coordenação do projeto na PUC-Rio.

Cada agente atende a no máximo 25 famílias que vivem perto de sua casa. São todas cadastradas no Bolsa Família e escolhidas em parceria entre as secretarias da Cultura e do Bem Estar Social. Além das visitas semanais às casas, onde realizam rodas de leitura, contam histórias e emprestam livros, os agentes também atuam em bibliotecas, escolas, centros culturais e comunitários, promovendo saraus literários ou contação de histórias.

— No Ceará, observamos que as crianças das famílias atendidas por agentes apresentaram melhora no rendimento escolar. Muitos adultos analfabetos buscaram cursos de alfabetização estimulados pelos agentes — conta Piuba, que negocia com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) uma parceria para poder medir os resultados do projeto no Brasil.
Quem olha o trabalho dos agentes não deixa de se surpreender com a receptividade à iniciativa, a animada algazarra de crianças e adultos diante do contador de histórias. Afinal, não deixa de ser irônico a festa em torno de uma mídia tradicional num momento em que se discute o futuro do próprio livro num mundo cada vez mais digitalizado. Mas esta realidade ainda é um sonho distante nas comunidades carentes do país, onde o velho e bom livro — e o contador de histórias — são os protagonistas de um projeto que pode ser transformador.

Uma das principais pesquisadoras da formação de leitores no Brasil, Marisa Lajolo, da Unicamp, elogia o formato do Agentes de Leitura, mas diz que a existência do programa expõe as deficiências do sistema educacional brasileiro.

— Se tivéssemos bons professores não precisaríamos de agentes da leitura. O melhor exemplo disso é que todas as escolas bem avaliadas não precisam de gente de fora para promover a leitura. Ela mesma se encarrega disto — afirma.

Lembrando a instabilidade no repasse de verbas para outro programa de estímulo à leitura, o Proler, da Fundação Biblioteca Nacional (criado em 1992), ela diz ainda que um desafio da área é garantir a continuidade das ações.

— Para isto é preciso algo mais do que vontade política. Neste momento, há um capital grande interessado nisso: a indústria livreira, ameaçada pelo livro digital — constata.

Em São Bernardo do Campo, por exemplo, a previsão é de que o programa seja renovado por mais um ano e o número de agentes passe de 185 para 400 — mas a falta de bibliotecas em bairros carentes como Baeta Neves e Alvarenga levanta uma interrogação sobre como os leitores formados pelo programa poderão manter o hábito de ler.

Fabiano dos Santos Piuba, criador do programa e diretor do Livro, Leitura e Literatura no Ministério da Cultura, pretende acompanhar o desempenho das crianças atendidas por agentes em avaliações como a Prova Brasil. Também negocia uma parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) para produzir pesquisas sobre o projeto.

Medir os resultados é um desafio. Números positivos podem estimular governos estaduais e federais a investir, em parceria com o governo federal, no programa ou em iniciativas semelhantes. No momento, a maior parte da verba vem do Ministério da Cultura, via Fundo Nacional de Cultura. A contrapartida é de 1/3 por parte de estados e 20% pelos municípios.
Cada agente de leitura custa R$ 7 mil reais por ano, incluindo seleção, material e capacitação. Em um ano, o projeto em 15 estados com 3.142 agentes custará R$ 22,2 milhões.
Para o escritor Francisco Gregório Filho, um dos fundadores do Proler, hoje há por parte do governo e da sociedade civil uma preocupação maior em relação à leitura.

— Há uma determinação política para investir em formação de leitores. Daí a criação de novos programas, como o Agentes de Leitura, capaz de complementar outros como, por exemplo, o Proler, que teve seus percalços, mas voltou a se fortalecer — diz.



Escrito por wilsonmarques às 08h30
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Saiba mais sobre a obra:

 

Contos populares do sertão e do mundo

No Brasil, não são muitas as coletâneas de contos populares, apesar da alardeada riqueza da nossa cultura popular e do empenho de estudiosos, como Sílvio Romero, Câmara Cascudo e Lindolfo Gomes. A publicação de Contos e fábulas do Brasil, pela editora Nova Alexandria, se reveste, por isso, de grande importância. Coligidos por Marco Haurélio, estes contos da tradição oral brasileira estão agora imortalizados em um livro que conta, também, com belíssimas ilustrações do artista plástico paraibano Severino Ramos.

A coletânea traz contos de animais, histórias de encantamento, religiosas e acumulativas. Há, ainda, notas esclarecedoras, assinadas pelo renomado pesquisador português, Paulo Correia, da Universidade do Algarve, mostrando o percurso das histórias, o número de versões existentes nos países de língua portuguesa e os similares de outros países.

Marco Haurélio, também, na abertura de cada seção, amparado em ampla pesquisa, num trabalho que dosa rigor e criatividade, aponta variantes das histórias colhidas por ele em outras coletâneas e até o reaproveitamento de muitas delas na literatura de cordel. Os leitores da obra dos Irmãos Grimm identificarão em Maria Borralheira a versão brasileira de Cinderela. E reconhecerão em O príncipe Teiú elementos da clássica história A bela e a fera e do conto mítico Eros e Psiquê, que integra O asno de ouro, escrito por Apuleio no século II d.C.

Segundo a professora Isabel Cardigos, referência mundial no estudo do conto popular, Contos e fábulas do Brasil, é “um livro fadado para ter a maior sorte: entre os adultos e entre aquelas crianças felizes a quem os adultos vão saber recontar estas histórias para que, com a ajuda da escrita, continue a correr a antiquíssima magia dos contos de tradição oral.”

 

Sobre o autor: Marco Haurélio, baiano de Riacho de Santana, é escritor, editor e pesquisador da cultura popular brasileira. No campo do folclore, além deste Contos e fábulas do Brasil, escreveu Contos folclóricos brasileiros (Paulus). Para a coleção Clássicos em Cordel, da Nova Alexandria, adaptou A megera domada, de William Shakespeare, e O Conde de Monte Cristo, este um dos vencedores do Prêmio Mais Cultura de Literatura de Cordel – edição 2010.

Contos e fábulas do Brasil — Marco Haurélio

Ilustrações de Severino Ramos

ISBN 978-85-7492-265-2

16X23 cm — 216 págs.

Preço: R$ 38,00



Escrito por wilsonmarques às 09h44
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Fotos de encontro com diretoria, professores e alunos da escola Nosso Mundo,

para uma animada conversa sobre livro e leitura.

 

 

 

 

 

 



Escrito por wilsonmarques às 16h32
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Algumas fotos do lançamento de "O tambor do Mestre Zizinho" na Livraria Cultura,

em São Paulo, durante a Primavera dos Livros, evento literário promovido pela Libre.

 

 Com a ilustradora Dedê Paiva

 

 

 Da esquerda pra direita: Ione Meloni (Ed. Mercuryo Jovem), Dedê Paiva e eu.

 



Escrito por wilsonmarques às 14h23
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Dia 4 de novembro (veja convite), eu e a ilustradora Dedê Paiva lançamos o livro O tambor do Mestre Zizinho (Mercuryo Jovem, 2010), na Livraria Cultura do Conjunto Nacional. O lançamento faz parte da programação da Primavera dos Livros – São Paulo, promovido pela Liga Brasileira de Editores (LIBRE).

O evento, que acontece de primeiro a 15 de novembro, reunirá em um só lugar obras do catálogo de mais de 100 editoras independentes, responsáveis em grande medida pela diversidade de títulos do mercado livreiro. Em cartaz, uma seleção especial de livros das editoras da LIBRE, além de uma extensa programação de eventos gratuitos para o público adulto e infantil.

Com o objetivo de oferecer espaço para as editoras independentes de todo o país e conscientizar o público-leitor sobre a importância e o prazer da leitura e da bibliodiversidade, a Primavera na Cultura reunirá editores, autores e intelectuais de diversas áreas do conhecimento para refletir sobre pluralidades e diversidades - étnicas, políticas, de gênero, artísticas e literárias. Porque os livros das editoras da Libre fazem a diferença!

Agenda:
Primavera na Cultura
De 01 a 15 de novembro de 2010, das 9h30 às 21h30
Livraria Cultura do Conjunto Nacional
Av. Paulista, 2073 - São Paulo/SP
Informações pelo telefone (11) 3170-4033 ou pelos sites: www.livrariacultura.com.br/eventos e www.libre.org.br

Curadoria:
Marília Schumann (11) 9127 6580
André Valuche (11) 8494-7204

 

 



Escrito por wilsonmarques às 08h38
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Mais fotos do movimentado dia de autógrafos no Instituto Farina, com a

participação de cerca de 200 alunos-pequenos-leitores

 

 

 

 



Escrito por wilsonmarques às 14h10
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Até dia 17 acontece no São Luís Shopping a primeira feira de livros realizada naquele espaço. A iniciativa é da Associação dos Livreiros do Estado do Maranhão, que congrega 25 associados, sendo um de Imperatriz e o restante da capital.

Estão presentes no evento, que acontece em frente ao Louvre e tem a parceria do shopping, 14 expositores representando 130 editoras. Dezesseis mil títulos estão à disposição dos leitores e a expectativa é de que 70 mil pessoas passem pela feira, gerando um faturamento de 400 mil reais.

            Além de descontos que podem chegar a 20%, a organização anuncia para o Dia das Crianças títulos infantis a partir de 5 reais. Está programado também, para o dia 10, a partir das 17 horas, no stand da VOZES, o lançamento de O tambor do Mestre Zizinho, que foi originalmente lançado, com sucesso, no último dia primeiro, na livraria Leiamundo, no Jaracaty Shopping.



Escrito por wilsonmarques às 20h34
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Crianças com livro adotado na escola



Escrito por wilsonmarques às 17h53
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Participei na segunda-feira passada de um animado encontro com alunos da terceira e quarta séries do Instituto Farina, escola de tradição em São Luís, que este ano comemora quatro décadas de fundação. As crianças fizeram muitas perguntas sobre o trabalho de um escritor, mataram curiosidades sobre livros como “Quem tem medo de Ana Jansen” e “A menina levada e a serpente encantada”, ambos adotados pela escola, e tiveram seus livros autografados. Meu muito obrigado a todos que proporcionaram mais esse instrutivo momento de contato com os pequenos leitores.



Escrito por wilsonmarques às 17h08
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Matéria para a TV Mirante para divulgação do livro O tambor do Mestre Zizinho. Confiram.

http://imirante.globo.com/namira/noticias/2010/09/29/pagina255064.shtml



Escrito por wilsonmarques às 17h29
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LANÇAMENTO DO LIVRO O TAMBOR DO MESTRE ZIZINHO DIA PRIMEIRO DE OUTUBRO, SEXTA-FEIRA, NA LIVRARIA LEIAMUNDO NO SHOPPING JARACATY, A PARTIR DAS 19H.



Escrito por wilsonmarques às 17h22
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Para quem gosta de cordel, chega ao mercado mais uma publicação de qualidade sobre o tema. A editora Nova Alexandria acaba de lançar “Breve história da literatura de cordel”, de autoria do escritor Marco Haurélio.  Escrito por um poeta popular que se dedica também à pesquisa, este livro narra as origens do Cordel, apresenta seus principais expoentes e o leque de influências na cena cultural brasileira.

O cordel, manifestação artística genuinamente nacional , surgiu no Nordeste brasileiro, no final do século XIX.
               

 

 

No Nordeste Brasileiro
Surgiu a Literatura
De Cordel, que abrange tudo:
Dos romances de aventura
Às histórias de Trancoso,
De amor, peleja e bravura.

O Cordel relembra fatos
Conservados na memória,
Lendas de heróis invencíveis,
Que o tempo cobriu de glória.
E parte deste tesouro
Está nessa
Breve História.



Escrito por wilsonmarques às 17h19
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