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| 29/11/2009 |
Alguns destaques da III Feira do Livro de São Luís
Ferreira Gullar – Pela ausência. Embora escolhido patrono e grande homenageado da III Feira do Livro de São Luís, o poeta não apareceu. Pra compensar, ganhou uma fotografia gigante montada na entrada do Espaço Cultural e uma entrevista sua foi mostrada em telão para um pequeno público, no auditório que levou seu nome. Com pânico de viajar de avião, contava-se de antemão com uma provável ausência sua, no entanto, o motivo da falta parece não ter sido exatamente esse. Familiares do artista teriam reclamado que o convite, ou a confirmação da data, foi feito tarde demais, quando Gullar já estava com compromisso agendado nos Estados Unidos. Faz sentido, levando-se em conta que a feira perigou não acontecer, e teve sua data de realização alterada de última hora.  Foto de Gullar na entrada do Espaço Cultural (Edgar Rocha) 
Entrevista de Gullar apresentada em telão
Antônio Guimarães – Pela presença. Com efeito, esse nosso simpático autor insular montou de tal modo a tenda na feira (mais precisamente no espaço reservado às obras de autores maranhenses) que um amigo meu chegou a pensar que o stand era dele. Sábado (28), pelas contas do escritor, o seu lançamento O Arquivista Acidental já havia vendido 800 cópias. Tem quem ache que Guimarães, como bom marqueteiro, arredonda os números pra cima, mas se é verdadeiro o dito popular de que as fotos, assim como as cartas e os búzios, não mentem, o melhor é não duvidar. 
Guimarães: armou acampamento na feira
José Louzeiro – Pela presença. A despeito das suas limitações em decorrência de diabetes, o escritor maranhense José Louzeiro pode muito bem ser considerado o Patrono Moral da feira. Incansável, falou de cinema, dos seus livros, conversou informalmente com uma penca de escritores que o rodeavam no Café Literário, e adiantou projetos futuros, entre eles a biografia, em andamento, do nosso artista plástico Jesus Santos. Sem Louzeiro, a feira, que se ressentiu em função da ausência de grandes nomes, teria sido mais opaca.
Escrito por wilsonmarques às 11h00
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| 26/11/2009 |
RESULTADO OFICIAL DO 32º CONCURSO ARTÍSTICO E LITERÁRIO “CIDADE DE SÃO LUÍS” PRÊMIO ALUIZIO AZEVEDO 1º Lugar: Diário Oculto, Aurélio Vinicius Campelo Bogéa (Romance) 2º Lugar: Primo Joaquim e o Fantasma de Ana Jansen, Wilson Marques de Oliveira (Lit. Infantil) 3º Lugar: Coisas do Destino, de Bento Moreira Lima Neto (Romance) Menção Honrosa: Defensores da Natureza, Iramir Alves Araujo (Lit. Infantil) Próscritos, de Alberto de Jesus Nascimento Nicácio (Contos) Jurados: Graça Farias, Elias Rocha e Walterluce Nunes PRÊMIO ANTONIO LOPES 1º Lugar: A Athenas Equinocial: a literatura e a fundação de um Maranhão no império brasileiro, de José Henrique de Paula Borralho (Erudição) Jurados: Lino Moreira, Sônia Almeida e Ubiratan Teixeira PRÊMIO SOUSÂNDRADE 1º Lugar: Na Asa Turva da Vertigem, de Raimundo José Portela de Carvalho 2º Lugar: Vespeiro, de Paulo Roberto Sousa 3º Lugar: O Perdedor de Tempo, de Dyl Pires Menção Honrosa: Pérolas ao tempo, de Rosemary Rêgo Jurados: José Neres, Hagamenon Jesus e Antonio Ailton PRÊMIO ZAQUE PEDRO 1º Lugar: HOUVE EMPATE “O Devir da Poltrona”, pintura de José Almir Valente Costa Filho “Arco de Guerra”, escultura de Fábio Vidotti Filho Menções Honrosas: “Nós dois”, escultura de Marlene Barros Ribeiro “Ponte do São Francisco”, Pintura de Luzinei Araújo “Transposição de Cores”, tela de Antônio Ediberto Lima Jurados: Eugênio Araújo, Rosilan Garrido e Miguel Veiga NÃO HOUVE JULGAMENTO - Art. 7.7 – A FUNC reserva-se do direito de não realizar o julgamento e, consequentemente, a premiação das categorias que apresentarem número de inscrições inferior a cinco. ***PRÊMIO INÁCIO CUNHA ***PRÊMIO JORNALISMO
Escrito por wilsonmarques às 11h13
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| 25/11/2009 |

Das diabruras do Saci Pererê certamente você já ouviu falar. Agora, se quer saber das origens desse capetinha de uma perna só, uma boa dica é ler o ótimo “A lenda do Saci Pererê em cordel” (Paulus), do escritor Marco Haurélio, baiano de Riacho de Santana. Com ilustrações de Elma, pernambucana que atualmente mora em João Pessoa, o livro dirigido para as crianças narra a gênese desse maravilhoso personagem, que hoje, como diz o autor, é conhecido até mesmo na TV.
Escrito por wilsonmarques às 18h39
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| 23/11/2009 |
Entre platéias esvaziadas e chiadeira de livreiros, inconformados por terem sido transferidos para o galpão do Espaço Cultural, a III Feira do Livro de São Luís demonstra claramente ser um evento que ainda busca formato e afirmação. Tendo regredido dramaticamente desde sua primeira edição, quando estiveram em São Luís escritores do peso de Loyola Brandão e Moacyr Scliar, a atual pode ser traduzida (se a coisa não mudar daqui pra frente) na imagem de um público chocho, de quarenta ou cinquenta pessoas, que no domingo pararam para ouvir a maior estrela dessa temporada, o maranhense José Louzeiro. Autor de marcos literários como Lúcio Flávio, o passageiro da agonia, e Pixote, Louzeiro falou da infância, primeiras leituras e influências, e até de como, na melhor linha “há males que vem para o bem”, foi obrigado a transferir-se para o Rio de Janeiro, depois de, por equívoco da direção do jornal em que trabalhava, produzir uma matéria que veio a irritar as hostes do todo poderoso interventor Vitorino Freire. Louzeiro falou também de como iniciou sua carreira literária (escrevendo sobre a realidade de amigos pessoais, como um sujeito que para comprar boas roupas não se alimentava direito, até ser acometido por uma tuberculose) e revelou que o seu romance-reportagem Lúcio Flávio, escrito em dez dias quase insones, só não veio a público antes de A sangue frio, de Trumam Capote (um dos livros que historicamente funda o jornalismo literário) porque o editor a quem entregou os originais levou três anos para “não publicar” a obra. Com a visão limitada e locomovendo-se numa cadeira de rodas por conta de uma diabetes, Louzeiro diz que continua produtivo e revela alguns projetos pessoais que está tocando. Entre eles, uma biografia do nosso ótimo artista plástico Jesus Santos. Pois é. Apesar de todos os reveses, o menino da Camboa, Membro da Academia Maranhense de Letras e autor de algumas dezenas de livros continua produtivo e feliz. E assistir a palestra desse homem que se diz um “perdedor” me deixou muito mais pra cima do que acompanhar a de um consultor motivacional que veio com o tema “Mude sua via”.
Escrito por wilsonmarques às 17h41
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| 22/11/2009 |
Enquanto isso, na Capital Brasileira da Cultura, um grupo de escritores vencedores do último concurso literário da prefeitura de São Luís, realizado através da Func, foram obrigados a entrar na justiça para tentar receber o prêmio em dinheiro a que têm direito. O calote foi dado originalmente pelo presidente anterior (esqueci o nome do rapaz) e se consolidou na atual gestão por motivos que Euclides Moreira explicou, mas que eu não tenho paciência para repetir. Abaixo, a obra e o nome dos engabelados, ou melhor, premiados. Prêmio Bandeira Tribuzzi(Jornalismo) 1º Lugar: Ofício de São Luis – Bernardo Coelho de Almeida (Coração em Verso e Prosa) Autor – Herbert de Jesus Santos 2º Lugar: Humor Gráfico no Maranhão - Autor – Wilson de Caju. Prêmio Sousândrade (Poesia) 1º Lugar: “Anticópia dos placebos existenciais” - Fábio Henrique Gomes Brito 2º Lugar: Lavourora” – Chagas Val
Prêmio Antonio Lopes (Erudição) 1º Lugar : O Olhar Errante: Cosmovisão, Natureza e Nacionalismo em Sousândrade - Josoaldo Lima Rego 2º Lugar : Culturas e Identidades na Formação de Maranhense – Antônio Evaldo Almeida Barros Prêmio Odylo Costa, filho (Contos) 1º Lugar : Ei, Você conhece Alexander Guaracy? – José Ribamar Ewerton Neto 2º Lugar: O Campeão - Wilson Marques de Oliveira
Prêmio Graça Aranha (Novela e Romance) 1º Lugar: Eterna Chama – Bento Moreira Lima 2º Lugar: Os Novos Degredados do Éden – Inaldo Lisboa
Prêmio Artur Azevedo (Peça Teatral) 1º Lugar:“Nicéas Drumond – O Gavião Vadio” – Inaldo Lisboa 2º Lugar: Alvoroço no Palácio – Lio Ribeiro
Prêmio Zaque Pedro (Pintura em tela) 1º Lugar: Obra Rupestre – Jerônimo Costa 2º Lugar: Obra Coreiras Coloridas – Denise Paiva da Silva Menção Honrosa: Obra Armário Imbutido – Ricardo Silva Coutinho
Prêmio Antônio Almeida (Escultura) 1º Lugar: Última Vaca – Valdinano Mendes Almeida
Escrito por wilsonmarques às 10h35
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| 29/09/2009 |
LOJA DO GEIA OFERECE LIVROS MARANHENSES DE QUALIDADE A loja do GEIA, no Shopping São Luís, está se destacando como um excelente ponto de venda de obras maranhenses de qualidade. Os preços também são atraentes. Publicações com o selo do Instituto, excetuando-se livros de arte, variam entre R$ 10,00 e R$ 20,00 (dez e vinte reais). podem ser adquiridos no local. Títulos publicados pelo autor deste blog também podem ser adquiridos na loja, que oferece ainda CD’s e DVD’s. Vale a penas conferir. Em frente ao quiosque do Bob’s. História do Maranhão A Monarquia Carlos de Lima Neste segundo volume de sua trilogia, publicada pelo Geia, Carlos de Lima oferece ao leitor um apreciável conjunto de informações e referências da história do Maranhão e do Brasil, tais como a campanha da tardia adesão à independência, as Juntas Provisórias e a revolta de 1824, os presidentes da Província, com o registro dos principais atos administrativos, a participação maranhense na Guerra do Paraguai, a abolição da escravatura, o panorama econômico, os surtos de crescimento baseados no algodão e na cana-de-açúcar e tantos outros. 
Escrito por wilsonmarques às 11h29
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| 26/09/2009 |
FUNC RECEBE DOAÇÕES PARA A 3ª FEIRA DO LIVRO Para garantir o sucesso da 3ª Feira do Livro, que terá como tema “A Diversidade Literária na Capital Brasileira da Cultura”, a coordenação geral do evento está planejando uma série de ações para contemplar todos os dias da programação, que acontecerá de 09 a 18 de outubro com atividades na Praça Maria Aragão, na Biblioteca Municipal de São Luís (Bairro de Fátima) e em escolas do município. E para mobilizar a população de São Luís, a Func está aceitando doações de livros, revistas (adultas e infantis), CDs, DVDs e outros materiais informativos, que servirão de subsídio para as rodas de leitura e demais atrações da Feira. As temáticas das doações podem ser de qualquer natureza ou gênero literário. Os interessados em fazer doações podem entregá-los no setor de Protocolo da Func, na Rua Isaac Martins, nº 141, Centro (em frente à Fonte do Ribeirão). Após a realização da Feira, o material arrecadado fará parte do acervo da Biblioteca Municipal do Bairro de Fátima e ficarão à disposição de toda a comunidade ludovicense e, tenham certeza, será muito utilizado com carinho e profissionalismo.
Redação: ASSECOM FUNC
Escrito por wilsonmarques às 10h00
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| 25/09/2009 |
A escola Criamor, do Anjo da Guarda, viveu hoje um dia de festa. Durante o evento, o colégio prestou uma grande homenagem a São Luís, com apresentações e trabalhos dos alunos a partir da leitura de livros como Quem tem medo de Ana Jansen?, Touchê: uma aventura em noite de São João e Touchê: uma aventura pela “Cidade dos Azulejos”. A criançada e artistas da comunidade soltaram a criatividade e produziram os excelentes trabalhos agora publicados neste blog.
Escrito por wilsonmarques às 15h19
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O Milagre de Guaxenduba

Escrito por wilsonmarques às 15h19
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Fonte do Ribeirão

Escrito por wilsonmarques às 15h18
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Touchê e Pato Donald

Escrito por wilsonmarques às 15h17
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Batalha de Guaxenduba e boizinhos
 
Escrito por wilsonmarques às 15h15
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| 24/09/2009 |
Vou-me embora pra Sapárgada Outro dia caminhava pela Lagoa da Jansen quando ouvi um lamento vindo da beira d’água. Era um sapo, reclamando da sorte: – Assim não dá mais pra viver aqui, tudo sujo, tudo abandonado. Se não tivesse família grande e fosse um pouquinho mais novo, ia embora deste lugar. Compadecido com a situação do pobre sapo, aproximei-se e perguntei: – Por que, seu sapo, tanta choradeira? A vida é bela. O sapo tomou um susto. – Então o senhor me entende? – perguntou admirado, dando um pulinho e virando o corpo visguento na minha direção. – Palavra por palavra. – E pode me dizer, por obséquio, onde aprendeu o sapês, que é língua própria dos sapos? – Pra falar a verdade, estou tão surpreso quanto você. Sinceramente não sabia ser capaz de entender ou falar na língua dos sapos. Nem mesmo que os sapos tinham uma língua própria. Pra mim, vocês apenas coaxavam. – Uma ignorância típica dos humanos. Mas tudo bem. Qual a graça do amigo? – Pode me chamar de Oliveira. E você, como se chama. – Sapo Martelo, às suas ordens. – Ora, conheço você da televisão. Sabia que você era famoso. Pode me dar um autógrafo? – Que famoso que nada. Não sou o sapo da TV. Apenas achei o nome bacana e adotei pra mim. – E voltando a fazer cara de choro: – Também porque vivo batendo cabeça por aí. – Se puder dizer o que está acontecendo, talvez eu possa ajudar. – O problema, seu Oliveira, está na cara. Essa lagoa abandonada, suja, maltratada. Tá sentindo esse mal cheiro tremendo? Pois é. Nem sapo agüenta. – É horrível mesmo. Mas não é novidade. Todo mundo reclama. Ainda assim, quem pode ajeitar as coisas não faz nada. Que providência o amigo Martelo sugere? – Sei lá. Diga que conversou comigo. Com um triste sapo morador desta lagoa. Talvez as autoridades se comovam. – Duvido. Ainda vão me chamar de louco. Eu mesmo já pensei em tirar o time daqui. Desisti porque gosto muito desta cidade. Além do mais, ir pra onde? – Pois eu sei. Se nada melhorar, vou seguir os passos de um grande poeta sapo, que já bateu as botas faz um tempo. Arrumo as malas e vou-me embora pra Sapárgada.
Escrito por wilsonmarques às 11h24
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| 21/09/2009 |
BALAIADA EM QUADRINHOS

Mais falada do que conhecida, a Balaiada ganhou edição em quadrinhos, obra dos artistas Iramir Araujo, Ronilson Freire e Beto Nicácio. Com 80 páginas, “Balaiada – A guerra do Maranhão” foi lançada este ano com patrocínio do governo do estado, e sua publicação é resultado de uma luta que, salvo engano, durou mais do que a própria revolta retratada no livro. Entraves como dificuldade em conseguir os recursos para a impressão protelaram o lançamento do trabalho, que felizmente saiu dos arquivos de computador para o papel e mãos dos leitores.
Escrito por wilsonmarques às 10h48
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| 18/09/2009 |
Iniciado processo de instalação do Telecentro na Biblioteca Municipal do Bairro de Fátima A Biblioteca Municipal José Sarney, no Bairro de Fátima, ligada a Fundação Municipal de Cultura, deu início ao processo de instalação do Telecentro que será implantado em parceria com o Ministério das Comunicações e o Ministério da Cultura, como parte do Projeto de Ação e Difusão Tecnológica. Uma parte dos equipamentos já foi entregue. E o primeiro deles a ser instalado foi a antena de recepção do sinal digital, que servirá de link para o laboratório de informática. Microcomputadores ligados a uma rede wireless darão oportunidade aos usuários da Biblioteca de acessarem o conteúdo de diversas outras instituições que fazem parte do sistema nacional de Bibliotecas. Dessa forma, os usuários de qualquer uma dessas bibliotecas ligadas em rede, poderão acessar o acervo umas das outras, de modo a possibilitar uma linha de permutas e compartilhamento de informações e títulos. A lista de equipamentos conta ainda com livros, estantes, cadeiras multiuso, quadros, mesas e armários. Além de servir como laboratório de informática e de internet, o Telecentro será também um espaço multimídia, com projetor de imagens, podendo ser utilizado também como uma videoteca ou audioteca. Todas as atividades desenvolvidas no Telecentro serão monitoradas diretamente pelo Ministério das Comunicações através da central de monitoramento equipada com câmeras de segurança instaladas no local. Segundo a coordenadora da Biblioteca, Anízia Nascimento, “a implantação desse Telecentro viabilizará, entre outras coisas, a execução de convênios com instituições de ensino de diferentes partes do país, para a oferta de cursos técnicos à distância para o público que frequenta a biblioteca”. Além da implantação do Telecentro, a Biblioteca Municipal José Sarney está desenvolvendo uma série de outras atividades. Durante a 3ª Feira do Livro, por exemplo, será lançado o Sistema Municipal de Bibliotecas de São Luís, que terá como matriz a Biblioteca do Bairro de Fátima, bem como será lançado o Programa Municipal de Fomento ao Livro e à Cultura Literária de São Luís do Maranhão criado pela mesma instituição.
Escrito por wilsonmarques às 10h12
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